Easton's Bible Dictionary
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Hebraico dudaim, isto é, “plantas do amor”, ocorre apenas em Gênesis 30:14-16 e no Cântico dos Cânticos 7:13. Dadas muitas interpretações para a palavra dudaim, já foi traduzida por “violetas”, “lírios”, “jasmins”, “trufas ou cogumelos”, “flores”, o “cidro”, etc. A maior autoridade tende a considerá-la como a Mandragora officinalis dos botânicos, “parente próxima das solanáceas, da ‘maçã de Sodoma’ e da batata”. Possui propriedades estimulantes e narcóticas (Gên. 30:14-16). O fruto desta planta lembra em tamanho a “maçã-batata”, sendo de cor laranja pálido. Foi chamada de “maçã do amor”. Os árabes a chamam de “maçã de Satanás”. Ainda cresce nas proximidades de Jerusalém e em outras partes da Palestina.
Hastings Dictionary of the Bible
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MAN'DRAKES (hebr. love-plants). Os estudiosos bíblicos modernos aplicam esse nome a um membro da família da batata (Mandragora officinalis). Mandrágora (Atropa Mandragora; segundo Tristram). É uma planta sem caule, com um disco de folhas quase tão longas, mas não tão largas quanto as do ruibarbo de horta, a que se assemelha em certa medida, exceto nas flores. Estas são de um púrpura intenso e, surgindo entre as folhas muito cedo, são seguidas, por volta da colheita do trigo, por um fruto redondo e polposo, de cor amarela, do tamanho de uma ameixa grande e de sabor doce e agradável. O odor da planta parece ser apreciado pelos orientais (Cant. 7:13) e por alguns ocidentais. Muitas superstições estranhas estão ligadas a esta planta, e a ideia vigente no tempo de Raquel de que a concepção é assegurada ao comer o fruto desta planta ainda prevalece. Gênesis 30:14-16.
Schaff's Dictionary of the Bible
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MANDRÁGORAS (heb. plantas do amor). Os estudiosos modernos da Bíblia aplicam esse nome a um membro da família da batata (Mandragora officinalis). Mandrágora (Atropa Mandragora, segundo Tristram). Trata‑se de uma planta sem caule, com um disco de folhas quase tão compridas, mas não tão largas, quanto as do ruibarbo de jardim, a que se assemelha em certa medida, exceto nas flores. Estas são de um roxo intenso e, surgindo entre as folhas muito cedo, são seguidas por um fruto arredondado, amarelo e pulposo, do tamanho de uma ameixa grande e de sabor doce e agradável, por volta da colheita do trigo. O odor da planta parece ser apreciado pelos orientais, Cant. Song 7:13, e por alguns ocidentais. Muitas superstições estranhas estão ligadas a ela, e a ideia vigente ainda no tempo de Raquel era de que a concepção era assegurada ao comer o fruto desta planta. Gen 30:14-16.
Smith's Bible Dictionary
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(Heb. dudraim) são mencionadas em (Gênesis 30:14,16) e em Cântico 7:13. A mandrágora, Atropa mandragora, está intimamente ligada à conhecida beladona, A. bellndonna, e ao tomate, e pertence à ordem Solanaceae, ou família da batata. Cresce na Palestina e na Mesopotâmia. (Cresce baixa, como alface, cujas folhas lhe se assemelham, exceto por serem de um verde mais escuro. As flores são púrpuras, e a raiz é geralmente bifurcada. Seu fruto, quando maduro (início de maio), mede cerca de 24 polegadas de diâmetro, é rubro ou amarelo, de odor muito agradável (para os orientais mais do que para os europeus) e de gosto igualmente agradável. Os árabes a chamam de “maçã do diabo”, por seu poder de excitar a voluptuosidade. O Dr. Richardson (“Lectures on Alcohol,” 1881) fez alguns experimentos com vinho feito da raiz da mandrágora e constatou que é narcótico, causando sono, de modo que os antigos a usavam como anestésico. Usada em pequenas quantidades, como o ópio, excita os nervos e é um estimulante.—ED.)
Fontes
- Easton's Bible Dictionary (1897)
- Hastings Dictionary of the Bible (1898)
- Schaff's Dictionary of the Bible (1880)
- Smith's Bible Dictionary (1863)
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