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EPÍSTOLA AOS GÁLATAS

EPÍSTOLA AOS GÁLATAS, escrita por Paulo com sua própria mão (cf. Gal 6:11) entre os anos 65–58 d.C. Seu propósito é difundir entre os cristãos da Galácia noções verdadeiras acerca da justificação, da relação da economia mosaica com o cristianismo e da autorida…

Tradução/adaptação em português realizada pela Bíblia Vida a partir de fontes históricas identificadas abaixo. As fontes são apresentadas separadamente.

Hastings Dictionary of the Bible

Hastings Dictionary of the Bible

EPÍSTOLA AOS GÁLATAS, escrita por Paulo com sua própria mão (cf. Gal 6:11) entre os anos 65–58 d.C. Seu propósito é difundir entre os cristãos da Galácia noções verdadeiras acerca da justificação, da relação da economia mosaica com o cristianismo e da autoridade de Paulo como apóstolo. Os gálatas haviam recebido Paulo com grande entusiasmo quando ele lhes pregou o evangelho pela primeira vez, Gal 4:15. Após sua partida, surgiram mestres que disseminaram a falsa ideia de que era obrigação dos seguidores de Cristo praticar os ritos e cerimônias do código mosaico. Com veemência e fervor Paulo combate esses ensinamentos judaizantes e afirma a doutrina de que somos justificados somente pela fé. A fé constitui o filho de Abraão, e a circuncisão não é apenas desnecessária para a salvação, mas, em si mesma, não tem valor. Os capítulos 1 e 2 tratam principalmente da defesa da comissão apostólica de Paulo como de autoridade igual à dos outros apóstolos, e dão conta de um debate sobre alimentos no concílio de Jerusalém. Os capítulos 5 e 6 contêm exortações práticas. O argumento central, de que nos tornamos participantes da salvação pela fé, Gal 3:26, é o mesmo na Epístola aos Gálatas e na Epístola aos Romanos. Ambas foram especialmente compreendidas na época da Reforma e constituem a magna charta do protestantismo evangélico.

Schaff's Dictionary of the Bible

Schaff's Dictionary of the Bible

GÁLATAS, EPÍSTOLA AOS, escrita por Paulo com sua própria mão (cap. Gal 6:11) entre os anos 58–65 d.C. Seu propósito é difundir noções corretas entre os cristãos da Galácia acerca da justificação, da relação da economia mosaica com o cristão e da autoridade de Paulo como apóstolo. Os gálatas haviam recebido Paulo com grande entusiasmo quando ele pela primeira vez lhes pregou o evangelho, Gal 4:15. Depois de sua partida, surgiram mestres que divulgaram a falsa ideia de que incumbia aos seguidores de Cristo praticar as cerimônias e ritos do código mosaico. Com veemência e fervor Paulo combate esses ensinos judaizantes e defende a doutrina de que somos justificados somente pela fé. A fé constitui o filho de Abraão, Lev 3:9, e a circuncisão não é apenas não essencial para a salvação, como em si mesma não tem valor. 1 Kgs 6:6. Os capítulos 1 e 2 ocupam-se principalmente de uma vindicação da comissão apostólica de Paulo como de autoridade igual à dos demais apóstolos, e de um relato de um debate acerca de alimentos no concílio de Jerusalém. Os capítulos 5 e 6 contêm exortações práticas. O argumento principal — que nos tornamos participantes da salvação pela fé, Gal 3:26 — é o mesmo na Epístola aos Gálatas e na aos Romanos. Essas duas epístolas foram melhor compreendidas na época da Reforma, e constituem a magna carta do protestantismo evangélico.

Fontes

  • Hastings Dictionary of the Bible (1898)
  • Schaff's Dictionary of the Bible (1880)

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